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Conteúdos > Preservação > Controle ambiental

O controlo ambiental é a medida mais importante e a de maiores repercussões na manutenção de uma coleção de fotografia, já que cada fotografia tem o seu tempo de vida determinado exclusivamente pelas condições ambientais do arquivo (desde que não submetida a uso excessivo).

As condições ambientais afetam permanente e simultaneamente todos os elementos de uma coleção e os estragos que provocam são geralmente irreversíveis. Num arquivo onde as condições ambientais são adequadas, outros fatores adversos que possa haver são atenuados.

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Humidade Relativa

A humidade relativa para além de ser a causadora das maiores deteriorações nas coleções de fotografia é o fator mais importante na deterioração das fotografias a preto e branco.

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Temperatura

A temperatura do arquivo é outro fator a controlar, já que o calor acelera todas as reações químicas. Temperaturas elevadas afetam sobretudo as imagens a cor e os suportes plásticos instáveis (películas de nitrato e acetato de celulose). 

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Poluição e poeiras

A poluição é uma fonte de acidificação dos materiais (papel e plástico), de oxidação da prata (amarelece a imagem a preto e branco) e de destruição dos corantes das fotografias a cor. Bastam ínfimas quantidades de poluentes para a sua ação se dar. Para evitar os gases poluentes na sala de arquivo há que impedir a entrada dos poluentes atmosféricos e banir os materiais de arquivo instáveis. 

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Luz

As fotografias podem ser danificadas pela luz. A exposição à luz de imagens fotográficas, por períodos prolongados, sobretudo com fontes de luz intensa ou ricas em radiações ultravioleta, pode afetar seriamente as cores da imagem, a estrutura do papel e alguns materiais componentes como a albumina. As fotografias mais frágeis são as imagens a cor contemporâneas (provas, diapositivos e negativos a cor), e algumas provas monocromáticas do século XIX (principalmente as provas de albumina). 

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